A visibilidade é uma luta constante enquanto transmasculinos, pois em pleno 2025 corpos como os nossos sentem o apagamento por diversas questões. Desde as adaptações de uma hormonização que foi compulsionada durante tantos anos, ou seja pelo não reconhecimento de corpos que resistem a alterações hormonais/corporais para se adaptar a um sistema cisnormativo binário gênero.

Para Danel, tais questões comprometem a vida e o direito de pessoas que buscam o acesso à saúde, educação, cidadania e cultura, previstos em lei, mas negados por representações políticas que atacam e perseguem corpos dissidentes de gênero, impulsionando essas vidas à marginalidade da sociedade no que tange os direitos fundamentais.

Luan Santos versa que ser transmasculino é encarar a você mesmo e olhar no espelho com mais afeto por si mesmo. É encarar o mundo com coragem e entender que ser trans não é errado. Ser transmasculino é existir, resistir e ter a possibilidade de renascer todos os dias.bSer trans não uma escolha, mas sim, uma parte importante da identidade de cada pessoa.

Para Luan Apollo a vida é como um céu em tempestade, onde as transmasculinidades são estrelas de vozes entrelaçadas, que juntas, ecoam como um trovão. A luta transmasculina se ergue como um farol em mar revolto. É a busca/luta por existir, que transforma silêncios em palavras de luz e esperança. O reconhecimento não é apenas um direito, mas um grito de garantia e afirmação. É como um tijolo na construção de um mundo onde ser é, acima de tudo, um ato de coragem e (R)existência.

Hoje celebramos, resistimos e lutamos não só por visibilidade, mas por cidadania e direitos fundamentais